Loucos são sempre loucos,
Alienados sempre alienados
Nunca é diferente
Faz parte da sua natureza,
Ser diferente.
Ser diferente do normal,
Do comum,
Prodígios da sociedade,
Mas há um problema:
São loucos.
Sujeitos e objetos da alienação,
Alienadores e alienados
E com o aval de Assis,
Alienistas.
São os loucos do dia a dia:
Médicos loucos,
Advogados loucos,
Engenheiros loucos,
Modelos da sociedade
Diferentes, mas sempre iguais ao cotidiano.
Cotidiano?
Seu sinônimo é loucura
E nós,
Loucos e normais desta loucura
Como o louco que agora escreve
Este poema chamado "Sanidade".
Por Trás dos Versos
sábado, 2 de novembro de 2013
Soneto Reformista
À luz de passos tímidos e desdenhosos
Vozes anônimas tomam o ar desta Nação
Assustado, sistema regente mudo
Contra os rumos incertos dessa ação.
No decorrer de cada dia, novo dia
Eis o fundir em sentimentos bem presente
E que de positivismo seja sempre marco
Coração de intolerância bem ausente.
Queira Deus que minha Pátria tão amada
Seja alvo da reforma dos civis,
Grandeza agigantada em natureza.
Queira nós que sejamos hoje mártires
Da vitória triunfante e insurgente
E contemplemos a aurora sem avareza.
Vozes anônimas tomam o ar desta Nação
Assustado, sistema regente mudo
Contra os rumos incertos dessa ação.
No decorrer de cada dia, novo dia
Eis o fundir em sentimentos bem presente
E que de positivismo seja sempre marco
Coração de intolerância bem ausente.
Queira Deus que minha Pátria tão amada
Seja alvo da reforma dos civis,
Grandeza agigantada em natureza.
Queira nós que sejamos hoje mártires
Da vitória triunfante e insurgente
E contemplemos a aurora sem avareza.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Canção Apelativa
Seus lábios me secam a alma
Definham meu amor, minha paixão,
Pois não vês que dependo de ti?
Morena de graça,
Dádiva augusta,
Corpo soberbo.
Oh! Corpo de graça,
Curvas encantadoras,
Sabeis que sois frias e cruéis.
Deteriorasse minha força,
Atingisse minha fraqueza,
Voz do prazer,
Voz do amor.
Não se vá porque só tenho a ti.
Foste a única paixão a quem amei,
Os únicos lábios que beijei,
A maior coisa dentro de mim.
Não se vá, pois temo sua saída,
Temo de acontecer uma catástrofe e nunca mais te ver,
Temo que o amanhã chegue e não te veja ao lado na cama,
Temo que fiques com outro, Oh! desgraçadora de almas,
Que desgraça minha vida
E me deixa sem ti,
Luz que brilha esplendorosa,
Não se vá.
Tu me deixas sem ti,
E eu morro sem mim.
Definham meu amor, minha paixão,
Pois não vês que dependo de ti?
Morena de graça,
Dádiva augusta,
Corpo soberbo.
Oh! Corpo de graça,
Curvas encantadoras,
Sabeis que sois frias e cruéis.
Deteriorasse minha força,
Atingisse minha fraqueza,
Voz do prazer,
Voz do amor.
Não se vá porque só tenho a ti.
Foste a única paixão a quem amei,
Os únicos lábios que beijei,
A maior coisa dentro de mim.
Não se vá, pois temo sua saída,
Temo de acontecer uma catástrofe e nunca mais te ver,
Temo que o amanhã chegue e não te veja ao lado na cama,
Temo que fiques com outro, Oh! desgraçadora de almas,
Que desgraça minha vida
E me deixa sem ti,
Luz que brilha esplendorosa,
Não se vá.
Tu me deixas sem ti,
E eu morro sem mim.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Por que?
Por que fazer a guerra
Se a paz está tão
perto?
Por que brigar com o
seu pai
Mesmo quando ele está
certo?
Por que passar por um
amigo
E não o cumprimentar?
Por que insistir numa
mansão
Se tudo o que basta é
um lar?
Por que criticar a
todos
E se esquecer de agir?
Por que viver se
preocupando
E se esquecer de
sorrir?
Por que viver a vida
Apenas criando
confusão?
Por que pensar só na
beleza
Se o que importa é o coração?
Por que é que o nosso
mundo
Está do jeito que está?
Por que nas nossas
atitudes
Não começamos a
repensar?
Por quê?
Meus Olhos, Meu Choro
O
que lhes parecem os meus olhos?
Uma
pitada de sofrimento,
Uma
gota de tristeza,
Um
choro inacabado?
A
que choro?
Choro
a este lugar,
A
vida que a mim foi imposta,
Choro
a minha terra.
O
que os meus olhos não revelam,
Meu
choro revela.
Revela
as marcas em minhas costas,
As
correntes em meus punhos,
A
senzala em que estou.
Meu
choro revela o sofrimento
De
ontem, hoje e amanhã,
Revela
porque tenho que, todos os dias,
Moer
a cana-de-açúcar.
Mas
meus olhos não...
Não
me aponta como um escravo,
Me
aponta como um ser humano
Igual
àquele a quem sou subordinado.
E
não importa se amanhã vou morrer pelos grilhões,
Pelo
tiro do feitor,
Ou
pelo trabalho a mim designado.
E
não importa se amanhã vou receber minha alforria,
Minha
liberdade
Ou
as sortes para o mundo.
Não
Importa!
Nossos
olhos são iguais,
Mas
nossos choros me faz ficar nessa senzala
Esperando
que um dia
Reconheçamos
nossos olhos.
Deitado sob os Escombros
Lá
estava eu no Vietnã
Lutando
com os vietcongs
Quando
vi um jovem soldado
Deitado
sob os escombros
Das
ruínas de uma casa queimada.
Não
havia velas, nem caixão, nem flores
Que
lhe indicasse sua morte
Salvo
o rubro sangue que escorria do seu rosto.
Ah!
Que tristeza será para a família
Ao
ver os soldados voltando,
Feridos
e acabados
Sem
o jovem rapaz.
Que
doloroso será
Ver
mais um que não foi à faculdade por causa da guerra.
E
o rapaz...
Quantos
sonhos e planos?
Quantas
emoções e sentimentos?
Está
tudo acabado.
A
guerra venceu
E
o impeliu a morrer.
E
lá está ele, deitado sob os escombros
Das
ruínas de uma casa queimada,
Abandonado
pela guerra, pelo mundo, pela vida.
E
eu,
Sou
apenas um jovem soldado
Deitado
sob os escombros
Das
ruínas de uma casa queimada.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
Em Busca do Sertão
Eu vivi uma história
Bem estranha em minha vida
Quando sai de minha cidade
Para achar uma saída
E foi no sertão nordestino
Onde comecei minha fugida
Mas cês deve tá se perguntando
Ora vossas senhorias,
Porque minha triste pessoa
Começou essa covardia
E eu lhes respondo
Porque um lar ali não havia.
Era carro aqui e carro lá,
Um sério engarrafamento
Era vaga aqui e vaga lá
Procura por estacionamento
Era sinal aqui e sinal lá,
Todos brilhando ao mesmo momento
Mas se vossas senhorias
Acham que enganado tou
Deviam ver a correria
Que minha vida passou
Naquela cidade grande
Onde qualquer vida é um horror
Lá tudo que se imagina
É um estresse sem fim
Eu contra todo mundo
E todo mundo contra mim
E tudo que é bom
Tem logo um triste fim.
Lá tudo que se precisa
É só grana, grana e grana.
Se lhe faltar grana
Você é um banana,
E se lhe sobrar grana,
Você é um bacana.
Por esse motivo e outros
Decidi me refugiar
E no sertão nordestino
Vou ter onde morar
Até que a seca pegue
Para com minha vida pagar.
Pra todo canto que você for
Um preço será cobrado
Seja com sua vida
Bom para os apertados
Ou seja com as “verdinhas”
Bom para os ricos lucrados.
Eu agora minha gente
Muito pensativo tou
Não sou nenhum nem outro
Mas no meio, sim senhor!
E até agora não paguei nada
Pela besteira que me encontrou.
Eu fui um grande idiota
Em dos problemas fugir
Para achar um lugar perfeito
Lugar perfeito para ir,
Mas esse lugar perfeito
Parece não existir.
E agora vossas senhorias
Se me permite ir
Pra achar uma solução
Para a besteira que cometi
E em frente firmemente
Eu possa minha vida seguir.
Tiago, Matheus, Vinícius e Vinícius Viana
Quem Somos Nós?
Quem somos nós?
Ora, ora. Somos pessoas.
Capacitados por ter o polegar invertido
E o cérebro altamente capacitado,
Mas, somos mais que isso,
Somos duplamente inteligentes,
Somos Homo sapiens sapiens.
Tiago da Silva Barros
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
QUANDO EU OLHO AO MEU REDOR
Quando eu olho ao meu redor
E vejo como o mundo está
Me bate logo uma tristeza
Me dá vontade de chorar.
Quando eu olho ao meu redor
Só enxergo destruição
Na árvore que é derrubada
Na fumaça ao céu lançada
E na flor pisada ao chão.
Quando eu olho ao meu redor
A violência e o terror
Me levam a questionar
Onde foi parar o amor?
Quando eu olho ao meu redor
Vejo a mudança nos valores
O que eram alegria e união
Tornam-se medo, tristeza e dores.
Quando eu olho ao meu redor
Vejo a mudança no mundo
A paz e a tranquilidade
Deram lugar ao caos profundo.
Quando eu olho ao meu redor
E estou quase desistindo
No meio da confusão
Vejo uma criança sorrindo.
Quando eu vejo ao meu redor
O desabrochar de uma flor
Eu começo a imaginar
Que ainda existe amor.
Talvez nem tudo esteja perdido
Talvez ainda haja esperança
De evitar que o nosso mundo
Seja apenas uma lembrança.
E vejo como o mundo está
Me bate logo uma tristeza
Me dá vontade de chorar.
Quando eu olho ao meu redor
Só enxergo destruição
Na árvore que é derrubada
Na fumaça ao céu lançada
E na flor pisada ao chão.
Quando eu olho ao meu redor
A violência e o terror
Me levam a questionar
Onde foi parar o amor?
Quando eu olho ao meu redor
Vejo a mudança nos valores
O que eram alegria e união
Tornam-se medo, tristeza e dores.
Quando eu olho ao meu redor
Vejo a mudança no mundo
A paz e a tranquilidade
Deram lugar ao caos profundo.
Quando eu olho ao meu redor
E estou quase desistindo
No meio da confusão
Vejo uma criança sorrindo.
Quando eu vejo ao meu redor
O desabrochar de uma flor
Eu começo a imaginar
Que ainda existe amor.
Talvez nem tudo esteja perdido
Talvez ainda haja esperança
De evitar que o nosso mundo
Seja apenas uma lembrança.
Mariana Barros
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Quem são eles?
Quem são eles?
Gênios,
Mestres do “saber”
E do conhecimento.
Quem são eles?
Treinadores,
Com muitas estratégias,
Treinos,
Para ver você vencer.
Quem são eles?
Desbravadores,
Aventureiros selvagens,
Buscadores de novos mundos,
Da arca perdida,
De uma nova pirâmide,
De uma vida antiga.
Quem são eles?
Juízes na justiça,
Chefes no mundo executivo,
Cidadãos na democracia.
São mais:
É o crescimento da vida,
Homens da cultura,
Protagonistas na literatura.
São auxiliares,
Mas extremamente importantes.
São ajudantes,
Mas ajudam mais do que nunca.
São a formação do conhecimento.
São o tio, a tia,
O herói, a heroína,
O chato, a chata.
Chamem do que quiserem,
Mas são os nossos professores.
Não são só provas,
Não são só notas,
São atos do teatro,
Coreografias da dança,
Pautas da música,
São a base da educação,
São a base da vida.
Não são só professores,
São mais que isso.
São algo em que poucos têm o dom,
São os educadores da cidadania.
Gênios,
Mestres do “saber”
E do conhecimento.
Quem são eles?
Treinadores,
Com muitas estratégias,
Treinos,
Para ver você vencer.
Quem são eles?
Desbravadores,
Aventureiros selvagens,
Buscadores de novos mundos,
Da arca perdida,
De uma nova pirâmide,
De uma vida antiga.
Quem são eles?
Juízes na justiça,
Chefes no mundo executivo,
Cidadãos na democracia.
São mais:
É o crescimento da vida,
Homens da cultura,
Protagonistas na literatura.
São auxiliares,
Mas extremamente importantes.
São ajudantes,
Mas ajudam mais do que nunca.
São a formação do conhecimento.
São o tio, a tia,
O herói, a heroína,
O chato, a chata.
Chamem do que quiserem,
Mas são os nossos professores.
Não são só provas,
Não são só notas,
São atos do teatro,
Coreografias da dança,
Pautas da música,
São a base da educação,
São a base da vida.
Não são só professores,
São mais que isso.
São algo em que poucos têm o dom,
São os educadores da cidadania.
Tiago da Silva Barros
domingo, 30 de outubro de 2011
Aprender
Aprender não é só ler!
Aprender não é só escrever!
Aprender é viajar
Neste mundo tão imenso.
É ler, falar, expressar,
Com um grande prazer intenso.
Aprender não é só pra alunos,
Mas também pra professores,
Eles podem até dar aula,
Mas aprendem todo dia,
Numa pergunta, num comentário,
Num gesto, num sorriso.
Aprender não é se limitar,
Aprender é explodir,
Aprender é expressar
As palavras que o conduz,
Aprender é expandir
Um império tão imenso.
Aprender é nascer de novo,
Aprender não é morrer mais.
Aprender é sair da sombra
Ir pra lâmpada que clareia
Uma terra totalmente nova
Que é aumentada a cada dia.
Aprender é explorar,
Explorar um mundo novo,
O mundo do “saber”
Onde se aprende com alegria.
Aprender é ser aluno,
Aprender é ser professor,
Aprender é ensinar,
Aprender é conhecer,
Aprender é escrever
As páginas de sua vida.
Aprender é ir pra frente,
Aprender não é olhar pra trás,
Aprender é analisar
O caminho que vai seguir,
Aprender é correr
Na maratona da vida.
Aprender é sair gritando,
Pulando de alegria,
Podem te chamar de maluco,
Mas não esconda sua euforia.
Aprender é descobrir coisas
Que nunca foram descobertas,
Aprender é ampliar seu DNA
No mundo da genética,
É batizar acontecimentos
E inventar novos objetos.
É ser historiador analisando a linha do tempo,
É ser geógrafo olhando pro nosso espaço
Ou ser cientista, estudando as incríveis células.
É ser matemático resolvendo inequações,
É ser gramático escrevendo orações,
Ou quem sabe,
Filósofo ou sociólogo,
Trazendo novos pensamentos.
Aprender é explorar um mapa,
É reler um antigo livro,
É olhar a uma imagem com atenção
Ou assistir a um bom filme.
Aprender não é afundar,
É levantar voo,
É ir pra Marte, Vênus,
Júpiter ou Urano.
Aprender é falar uma palavra nova,
Aprender é dar o primeiro passo,
Aprender é uma iniciativa
Que você deve, sim, tomar.
Aprender é escrever uma nova história
De mocinho e bandido,
Onde o bandido tenta pegá-lo,
Mas ele dá a volta por cima
E derruba o vilão,
Livrando o povo do perigo.
Aprender é caminhar
No caminho do infinito,
Aprender é saborear
Uma comida que nunca acaba,
Aprender é se sentir bem
Num agrado que não tem fim.
Aprender é marcar um gol,
É fazer uma cesta,
Fazer um ponto no vôlei
Ou saltar a uma grande distância.
É arremessar uma bola pesada,
É saltar a uma grande altura,
É correr incansavelmente
Na pista do atletismo.
É vibrar com um troféu
Ou ser humilhado numa derrota.
Aprender é perder um parente,
Um amigo ou uma pessoa muito querida.
É ficar doente, enfermo
Ou impossibilitado,
Mas aprender não é entrar em depressão
Porque a vida está à frente,
Então não a perca,
Se não nunca ficará contente.
Aprender é para todos,
Mas você tem que querer.
Você escolhe se quer vencer
Ou se continua a perder.
O maior mestre do “aprender”
Não é o professor, nem o educador,
E sim a vida
Que é algo inexplicável,
Mas tem um óbvio recado:
“Viva sem ter medo”.
Tiago da Silva Barros
Oh! Grande Nuvem Cinza
-Oh grande nuvem cinza,
Porque esta coloração?
Será que representas
A ganância ou a ambição?
-Ai de mim, ai de mim,
Se esta for minha intenção,
Porque se eu tivesse isto,
Não teria meu coração!
-Oh grande nuvem cinza,
Você está de mal?
Será que disso
Você é capaz?
-Ai de mim, ai de mim,
Se disto eu for capaz,
Porque o limpo e o puro amor,
Reina em mim em paz.
-Oh grande nuvem cinza,
Que cara amarga é esta,
Será que isto indica,
Uma malícia na certa?
-Ai de mim, ai de mim,
Porque pensas assim?
Pois tudo que é bom,
Deve viver dentro de mim.
-Oh grande nuvem cinza,
Então porque esta cor,
Será que é uma mistura,
Entre a raiva e o rancor?
-Meu caro e jovem amigo,
Mais uma vez errado estás.
Pois o que eu represento,
Tu não consegues encontrar.
-Oh grande nuvem cinza,
Porque este mistério?
Talvez eu lhe ajude,
E lhe tire deste tédio.
-Meu caro e jovem amigo,
Não sei se devo contar,
Mas já que você insiste
Eu vou logo começar.
Estou de luto pela morte
De muitas amigas minhas
Que perderam este mundo
E tudo que nele tinham
Elas eram invisíveis
Para todos os olhos que existem
Mas elas eram visíveis
Para todos os corações humildes
Elas estavam em pequenos atos
Mas o seu efeito era mui grande
O seu poder era tão imenso
Que comovia-me bastante
Agora o que lhe restam
São as poucas e frágeis cinzas
Pois se antes eram unidas
Hoje a amizade o fogo finda
-Mas oh grande nuvem cinza
Quem é este fogo ardente?
Quem é capaz de machucar
Suas amigas existentes?
-Meu caro e jovem amigo
Você não vai querer saber
Mas para que tu não tenhas
Eu vou logo te dizer
Elas estão em todos os cantos
Elas estão em todos os lugares
Mas são tão silenciosas
Como a cobra em seu habitat
Uma delas é a amargura
E seu dobro é a maldade
Que ao quadrado vira a tristeza
E esta sozinha,
Mata a alegria e a bondade
Quem lidera todos estes
É o orgulho rico e influente
Que quando é usado inconscientemente
Muitas coisas ruins dele são pendentes
Hoje a paz mundial
Tenta o mundo proteger
Mas é insuficiente
Para o muro sim reter.
-Mas Oh grande nuvem cinza,
Isto pode sim mudar
Desde que se tenha fé
E perseverança a batalhar.
-Mas meu caro e jovem amigo
Há muito trabalho na frente.
Eu tenho quase certeza
Que não há fé tão resistente.
-Oh grande nuvem cinza,
Ouça bem o que eu vou dizer
Pois serve para mim
Como também para você.
O trabalho pode ser longo
E o tempo deste também
Mas qualquer ação da paz
Já é um bom começo
Para aqueles que fé tem.
Tiago da Silva Barros
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